Brasil, País do futuro?

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Brasil, País do Futuro?

A democracia carrega um vírus que a destrói? Um artigo de 1887, escrito por Alexander Tyler afirma que sim.

O império chinês se sustentou por quarto milénios; o egípcio por três. O romano somente durou 500 anos.

No mundo moderno, o conceito de império não é mais territorial, mas econômico. O império britânico durou uns duzentos anos. E o Americano? Quanto tempo mais?

Segundo Tyler, os impérios passam por fases que se sucedem: se livram da subjugação, atingindo a liberdade e abundância. Então, atingido seu ápice, fica complacente, e começa a queda: apatia, dependência e volta a ser subjugado. Como o problema não é mais territorial, a fase final que Tyler chamou de subjugação poderia se traduzir como de irrelevância econômica.

O império americano claramente já passou seu pico. E o Brasil, chamado por Stefan Zweig de “o país do futuro”? Será que já entramos em decadência antes de atingir patamares superiores?

Um amigo – otimista – acha que o PT (Lula) é um ponto fora da curva, e que o Brasil irá prosseguir escalando picos mais altos. Será?

A democracia fica doente quando a maioria votante não paga impostos e vive pendurada em benesses do governo. Políticos demagogos alimentam a crença que isso é possível de maneira perpétua. Essencialmente, quando se tem a completa falência da educação – caso Brasil – uma classe pouco esclarecida elege os demagogos.

O Brasil tem futuro?

Transcrevodo comentário sobre o artigo de Alexander Tyler,

In 1887 Alexander Tyler, a Scottish history professor at the University of Edinburgh, had this to say about the fall of the Athenian Republic some 2,000 years prior:

 “A democracy is always temporary in nature; it simply cannot exist as a permanent  form of government. A democracy will continue to exist up until the time that voters discover that they can vote themselves generous gifts from the public treasury. From that moment on, the majority always votes for the candidates who promise the most benefits from the public treasury, with the result that every democracy will finally collapse over loose fiscal policy, (which is) always followed by a dictatorship.”

“The average age of the world’s greatest civilizations from the beginning of history has been about 200 years. During those 200 years, these nations always progressed through the following sequence:

From bondage to spiritual faith;
From spiritual faith to great courage;
From courage to liberty;
From liberty to abundance;
From abundance to complacency;
From complacency to apathy;
From apathy to dependence;
From dependence back into bondage.”

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Agradeço sua participação.

Roberto Lima Netto, Ph.D., Economic Systems Planning, Stanford University.

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